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Encontros do Aftermarket. O percurso da peça

Há quem fabrique, quem represente, quem compre por atacado, quem distribua e quem entregue, já montado, ao cliente final. Longo é o percurso da peça e daí o nosso interesse em saber de que forma cada agente justifica o seu contributo em cada etapa do caminho, até porque quantos mais intervenientes, maior é o preço final ou menores são as margens. Em mais um encontro temático da TURBO OFICINA, convidámos seis empresas para um pequeno-almoço com o único objetivo de conversar sobre o setor, analisar o presente e traçar o futuro. O resultado dessa conversa está nas páginas que se seguem.


Depois da formação e do software, o terceiro encontro temático da TURBO OFICINA centrou-se num elemento essencial do aftermarket: a peça. E para dar corpo a mais um espaço de reflexão informal, promovido também para comemorar o 3.o aniversário da revista, convidámos seis empresas que, no fundo, representam a maioria dos caminhos percorridos pela peça até ao momento em que finalmente é colocada no veículo do consumidor final. Do fabricante (TRW) para o grossista, e deste para o retalhista (NPEÇAS) e para a oficina (AUTOJOFER), longo e complexo é o circuito. Mas paraque ele se concretize é ainda necessário um transportador (CARF) que assegure a entrega e recolha dos componentes, bem como sistemas informáticos (S4YB e TRK) que cataloguem todas as referências de modo a que estas possam ser consultadas e encomendadas pelos diversos agentes. O elo de ligação entre todos? A peça, obviamente. Daí a sua importância.

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